sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Aprendendo com o Vento

"Assim como tu não sabes qual o caminho do vento..." (Eclesiastes 11.5a)

O que sabemos sobre o vento?

- É invisível, mas podemos senti-lo.

- Não sabemos para onde vai, mas sabemos de onde vem.


A bíblia nos diz muito acerca de vento:

- Gn 2.7 - A vida veio ao homem através do sopro de Deus.

- Nm 11.31 - O vento de Deus traz a nós a sua bênção.

- 2 Sm 22.11 - Deus e seus anjos habitam no meio do vento.

- Pv 30.4 - Somente Deus tem o controle dos ventos.

- Jo 3.8 - O vento simboliza o Espírito de Deus no homem.

- At 2.2 - O "vento" manifesta o Espírito Santo

Ter fé em Deus é saber que, mesmo se não vemos, Deus ouve e executa o seu querer sobre.
Nossas vidas. Muitos não oram mais, pois se decepcionaram ao orar e não "ver”.
Imediatamente o agir de Deus. Isso é pecado, e é falta de fé. O Senhor é soberano.
Devemos agir como diz o texto em Ec 11.5a.

"Assim como não sabemos o caminho do vento... assim são as obras de Deus sobre a terra."

Não vemos o vento, mas SENTIMOS o seu soprar. Para uma vida de fé, o cristão precisa.
Aprender a sentir o vento de Deus, e não há outra maneira, a não ser nos assemelharmos a
Ele. Deus é Espírito, e quer cristãos que vivam em espírito com ele. Você precisa ser cheio
Do Espírito, e para isso, é necessário jejum, oração, e batismo (plenitude) do Espírito Santo.
De Deus. A partir do momento que você se torna um ser "espiritual", você não verá o agir de.
Deus imediatamente, mas sentirá o seu mover. Terá discernimento para dizer aos outros:
“Creia, pois não vimos à resposta, mas eu sinto realmente que algo maravilhoso Deus já”.
Está fazendo ““.

Isso é fé, meu irmão, e sugiro sinceramente, que este seja um estilo de vida cristã escolhido.
Por todos!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O SACRIFÍCIO TRAZ BENÇÃOS

“Por Adão veio a queda do homem. E por causa da queda do homem veio Jesus Cristo... e por causa de Jesus Cristo veio a redenção do homem.”(Mórmom 9:12)
Qual o sentido pessoal que o sofrimento do Senhor no Getsêmani e no Calvário tem para cada um de nós?... Convém que cada um de nós pondere profundamente nossa resposta a essa pergunta.
Jesus Cristo pagou o preço dos pecados de toda a humanidade ao submeter-se às agonias do Getsêmani . Da época de Adão e Eva até a época de Jesus Cristo , o povo do Senhor praticou a lei do sacrifício.
Era ordenado ao povo que oferecesse em sacrifício os primogênitos de seus rebanhos. A ordenança foi dada para lembrar ao povo que Jesus Cristo, o Primogênito do Pai , viria ao mundo. Ele seria perfeito de todas as formas e Se ofereceria como sacrifício pelos nossos pecados (Moisés 5:5-8).
Certo poeta declarou, “a manjedora em que ele nasceu, não era dele, era emprestada, o jumentinho no qual entrou em Jerusalém, não era dele, era emprestado, a sepultura no qual foi depositado, não era dele era emprestada ... mas a cruz que ele levou, não era dele, era minha, era tua, era a cruz de Barrabás”.
O SACRIFÍCIO DE CRISTO É INIGUALÁVEL ( Lm 1:12)

Ninguém sofreu dor igual a que Jesus sofreu. Nenhum mártir da terra, entre os homens teve dor tão intensa e sofrimento tão profundo.
1. O Sofrimento foi Físico: Jesus sofreu um dos piores castigos que um homem pode sofrer, a flagelação romana. Erroneamente alguns declararam que Jesus levou uma quarentena de açoites, porém a bíblia declara que Jesus foi castigado pelos romanos para a crucificação e o castigo era a flagelação: ser açoitado por azorrague (chicote com tiras de couro em cujas extremidades haviam pedaços de metal ou ossos de carneiro) até desfalecer de dor. A crucificação era tão hedionda que nenhum cidadão romano poderia sequer pronunciar este nome, quanto mais sofrer esta condenação, mas o aplicaram a Jesus.
2. O Sofrimento foi Emocional: Ver as pessoas que Ele ama e por quem veio ao mundo para salvar, aplicando-lhe tanta dor, crueldade que não foi plantada no homem por Ele. Ver seus discípulos dispersos, sua mãe chorando ao pé da cruz, os espectadores da crucificação zombando, tudo isso lhe fez sofrer o coração.
3. O sofrimento foi Espiritual: Além de sofrer no corpo, nas emoções, Jesus sofreu espiritualmente, porque tomando sobre si os pecados da humanidade, Jesus sentiu a separação espiritual que o pecado causa ( Is 59:1,2), além dos ataques demoníacos que usavam das pessoas ao pé da cruz! Foi uma guerra travada só e profundamente ferido.!
O qual foi entregue por causa das nossas {transgressões}, e ressuscitado para a nossa justificação.
O pres .: Brigham Young disse: Não somos de nós mesmos, porque fomos comprados por um bom preço, pertencemos ao Senhor; nosso tempo, nossos talentos, nosso ouro e prata, nosso trigo e farinha de boa qualidade, nosso vinho e nosso óleo, pertencem ao Senhor. Ele exige um décimo de tudo isso para a edificação de Seu Reino.
O Senhor ordenou: “ Buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça ( Mateus 6:36)
Nosso desejo de sacrificar é uma indicação de nossa devoção a Deus.
Ainda precisamos sacrificar? Embora o sacrifício por derramamento de sangue tenha terminado, o Senhor ainda nos pede que sacrifiquemos. Mas agora Ele exige um tipo diferente de oferta, como lemos na seguinte escritura: “E vós não me oferecereis mais derramamento de sangue; (...) vossos sacrifícios e holocaustos cessarão(...) e oferecer-me-eis como sacrifício um coração quebrantado e um espírito contrito “significa que ofereceremos profunda tristeza por nossos pecados, humilhando-nos e arrependendo-nos. ( Ler Lucas 18:18-23). O jovem príncipe era um bom homem mas, quando foi testado, não se dispôs a sacrificar seus bens terrenos. Por outro lado, os discípulos do Senhor Pedro e André, estavam prontos a sacrificar tudo pelo reino de Deus. Quando Jesus lhes disse: “ Vinde após mim, (...) eles, deixando logo as redes, seguiram-no”(Mateus 4: 19-20).
Assim como os discípulos, podemos oferecer nossas atividades diárias como um sacrifício ao Senhor. Podemos dizer: “Seja feita a tua vontade”. Que exemplos de sacrifícios vocês já viram na vida de seus antepassados? Apenas por intermédio do sacrifício podemos tornar-nos dignos de viver na presença de Deus e ter a vida eterna.
O povo do Senhor sempre sacrificou muito e de diferentes maneiras. Alguns suportaram aflições e escánio por causa do evangelho. Alguns foram deserdados da família. Amigos de longa data se afastaram-se. Alguns perderam o emprego, e outros a vida. Mas o Senhor sabe de nossos sacrifícios e prometeu: “ E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai , ou mãe, ou mulher , ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna. ( Mateus 19: 29)
Se confiarmos na Expiação de Jesus Cristo, Ele pode ajudar-nos a suportar nossas provações, doenças e dores. Podemos ter uma vida cheia de alegria, paz e consolo.
O pres.: Benson nos admoestou a lembrar-mos da questão proposta pelo Senhor ao seus discípulos, conforme está registrado no livro de Mórmom 3 Néfi “ Portanto, que classe de homens devereis ser? E ele próprio respondeu: “ Em verdade, vos digo que devereis ser como Eu Sou (3 Néfi 27;27). Ele é o nosso exemplo, nosso Redentor, nosso Senhor...
Deixo esse discurso em nome de nosso
Salvador Jesus Cristo. Amém...

sexta-feira, 25 de março de 2011

A História de Um Soldado...

Adaptado de uma história do Dr. Ralph F. Wilson


Cassius estava de pé em atenção diante do comandante da divisão do exército romano em Jerusalém.

— Centurião! - vociferou o oficial - explique-se! Uma de suas tropas deveria estar guardando um túmulo, um defunto. Será que o trabalho era difícil demais? Agora ouvi dizer que o corpo sumiu. Confirme que se trata de um erro!

— Senhor, posso ser franco e falar de soldado para soldado? - perguntou o centurião. Ele e o tribuno se conheciam há muito tempo, apesar do tribuno ser da nobreza e ele um mero plebeu.

— Por favor, Cassius — disse o oficial um pouco mais delicadamente fazendo sinal para o centurião sentar-se.

— Senhor, peço-lhe indulgência, pois esta história na verdade começou há várias semanas. - começou Cassius.

— À vontade — disse-lhe o tribuno, já mais amável.

— Desde que esse Jesus - aquele cujo corpo guardávamos no túmulo - começou a pregar em Jerusalém, achamos que ele fosse um revolucionário com intenção de incitar o povo com as Suas conversas sobre o reino de Deus. Mas meu senhor, fui ouvir o que Ele tinha a dizer e vi que Ele não era uma ameaça ao império romano. Milhares de pessoas sentavam-se embevecidos enquanto Ele falava sobre o Seu Pai, sobre amar o próximo, perdoar os pecados passados e começar uma nova vida. Foi fascinante. Ele o fazia sentir que se preocupava com você pessoalmente.

— Continue, soldado - disse o tribuno apoiando o queixo na mão.

Depois disso O vi quando recebemos ordens de vigiar a residência oficial do governador. A multidão estava ficando descontrolada. Pôncio Pilatos estava na poltrona para julgar e Jesus estava diante dele. Alguém o maltratara, senhor.

— E o que você esperava, centurião? Prossiga.

— Finalmente Pilatos pediu silêncio, declarando não encontrar crime nAquele homem. E depois disso tentou libertar Jesus, pedindo ao povo que escolhesse entre Barrabás - um criminoso e rebelde conhecido por todos — e Jesus.

— E agora Barrabás está solto por aí.

— Os judeus no Sinédrio gritavam para que ele matasse Jesus. “Crucifique-O! Crucifique-O!” E a turba começou a gritar também. Por um minuto houve um impasse, mas depois Pilatos pediu uma tina de água e começou a lavar as suas mãozinhas delicadas...

— Centurião, não permitirei falta de respeito - disse o tribuno rispidamente.

— Sim senhor. Mas sabe, Jesus era inocente, puro e simples. Ele apenas ofendera alguns sacerdotes poderosos. Mas quando Pilatos viu aonde aquilo ia dar ele deu para trás. Na minha opinião, Roma agia com base na lei e na justiça, não na conveniência.

— Governar às vezes é um negócio sujo. - acrescentou o tribuno.

— Ser soldado também, senhor. Obedecendo às suas ordens, parte da minha tropa teve que açoitar aquele homem.

— Ah, mas eles até que gostaram! - disse o tribuno. - Se bem me lembro, aquele soldado bem alto... Publius, não é? açoitou-O feito um louco, as pontas metálicas do chicote acertaram as costas de Jesus até a pele esfarrapar e o sangue escorrer sem parar.

— Foram poucas às vezes em minha carreira em que tive enjôo ao ver sangue - comentou Cassius - mas ver um inocente ser tratado com tanta crueldade...

— Que eu me lembre você não os mandou parar quando O vestiram com aquele manto púrpura, deram-lhe um galho como cetro e colocaram na cabeça dele uma coroa de espinhos. Ah, eles se divertiram à beça.

— Eu já crucifiquei muita gente, mas este homem era diferente - replicou Cassius. Ele não praguejou nem chorou. Depois da coça que Publius lhe deu Ele já estava quase morto, e caiu a caminho de Gólgota.

— Caiu?

— Ele estava fraco demais para carregar a cruz, então pegamos um cireneu forte que estava ali para carregá-la. Depois crucificamos Jesus.

— Toda morte é igual.

— Mas essa não foi - respondeu Cassius. - Nós o pregamos à cruz e a erguemos, mas jamais esquecerei a oração que Ele fez: “Pai, perdoe-os, porque não sabem o que fazem”. Senhor, eu fui o responsável pela morte dELe, e Ele me perdoou.

— Você já é soldado há tanto tempo e agora vai ficar de consciência pesada, Cassius?

— Aí, o ladrão que estava sendo crucificado ao lado dEle pediu para Jesus lembrar-se dele quando chegasse ao Seu reino.

— Reino! Que reino?! - escarneceu o tribuno.

— Ouça o que Ele respondeu: “Hoje você estará Comigo no Paraíso”. Incrível! Mais ou menos ao meio-dia o céu escureceu. Todos viram, e quando Ele gritou: “Meu Deus, Meu Deus, por que Me desamparaste?” todos nós sentimos um arrepio. Ele parecia o homem mais solitário do mundo, sozinho nas trevas. Ele mal falou até às três da tarde, quando então bradou quase que triunfante: “Está consumado!” E, se escutasse bem, O teria ouvido sussurrar: “Nas Suas mãos Eu entrego o Meu espírito”.

— Naquele momento, a terra começou a tremer e surgiram fendas - relatou Cassius. - Eu fui parar no chão. Depois a escuridão começou a se dissipar. Tribuno, nós não crucificamos um homem qualquer... Ele era o Filho de Deus.

— Umas poucas coincidências anormais e você já está dizendo que Ele era divino? Ele está mortinho, mortinho.

— Não está não, senhor.

— Como não?

— Os principais sacerdotes e fariseus insistiram que Pilatos mandasse vigiar o túmulo para os discípulos de Jesus não roubarem o corpo.

— Eu sei, fui eu quem autorizou.

— Colocamos três vigias 24 horas por dia, com turnos de oito horas, segundo a norma. Lacrei o túmulo antes de começarem. Estava bem seguro.

— Então que história é essa de que o corpo sumiu?

— Sumiu mesmo, comandante.

— Centurião, você é um homem morto! - gritou o tribuno levantando-se.

Cassius levantou-se também, mas prosseguiu:

— Mais ou menos às sete horas esta manhã, as três sentinelas chegaram correndo ao acampamento como se tivessem visto um fantasma, e gritando: “Centurião! Centurião! Ele está vivo!” Depois que se acalmaram, pedi-lhes que relatassem cada detalhe.

— Segundo disseram, o seu turno começara ontem à meia-noite. Pelo que entendi eles passaram a noite em claro contando histórias sobre as namoradas em casa. Mas disseram que justo antes do alvorecer o jardim onde se encontra o túmulo ficou iluminado como se fosse meio-dia, e um anjo com vestes reluzentes como relâmpagos retirou a pedra que fechava o túmulo. Eles ficaram parados tremendo, e aí um deles - acho que foi Publius eles disseram — olhou dentro do túmulo. O corpo desaparecera, e as faixas que o envolviam estavam na mesa de calcário, todas enroladas.

— Você quer que eu acredite nessa história? - perguntou o tribuno presunçosamente.

— Eu os interroguei minuciosamente. Todos viram a mesma coisa. O corpo sumiu.

— Eles devem ter caído no sono e inventaram uma história para se protegerem.

— Eles são veteranos de batalha, senhor, não recrutas. Conheço esses homens. Além do mais, o senhor não acha que se os soldados estivessem dormindo teriam acordado com o barulho de pessoas tentando tirar aquela pedra imensa do lugar? Eles disseram a verdade, com certeza.

— O que você espera que eu diga ao povo, centurião? Que Ele ressuscitou?

— Não sei o que vai lhes dizer, tribuno, mas foi isso o que aconteceu. Ele está vivo. Estou dizendo, Ele está vivo!

— Bem, talvez possamos relatar este pequeno incidente aos principais sacerdotes. Eles vão ter interesse em não divulgá-lo. Talvez até ofereçam um bom dinheiro para encobrirmos o fato. ... A partir de agora eu cuido desta situação, centurião. Você não viu nada e não sabe de nada, entendido?

— Mas eu sei, e eu vi, tribuno. Não posso alterar os acontecimentos. Jesus está por aí vivo. Mais do que vivo.

— Esqueça isso, Cassius.

— Esqueça o senhor se puder, comandante. Mas com todo o respeito, garanto que Jesus está vivo, e isso muda tudo.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Cristo Nosso Firme Alicerce

Para iniciar gostaria de ressaltar que a “Fé em Deus o Pai e no Seu filho Jesus Cristo” é o primeiro princípio de nossa religião e o alicerce de toda a retidão.
No manual da mulher SUD diz que Jesus Cristo é o nosso alicerce seguro. Se fôssemos construir uma casa, teríamos o cuidado de colocá-la sobre um alicerce sólido, que garantisse sua estabilidade durante o uso diário e nas tempestades. O mesmo acontece com a edificação do caráter. Precisamos de um alicerce que nos fortaleça durante as provações terrenas.
O livro de Mórmon nos ensina que Jesus Cristo deve ser o alicerce de nossa vida. Helamã disse: “(Lembrai-vos de que é sobre a rocha de nosso Redentor, que é Cristo, o Filho de Deus, que deveis construir os vossos alicerces (...) que é um alicerce seguro; e se os homens edificarem sobre esse alicerce, não cairão.”
(Helamã 5:12)
Porque necessitamos de Jesus Cristo?
• Todos nós pecamos (Romanos 3:23)
• Seu sangue pode purificar-nos de nossos pecados (1 João 1:7-9)
• Ele nos deu o exemplo perfeito (3 Néfi 12:48)
• (Ele é o único que pode ajudar-nos a voltar ao Pai Celestial (João 14:6); Mosias 5: 7-8)
• Por intermédio Dele ressuscitaremos (Mosias 16:7-8)
• Por meio Dele podemos ganhar a vida eterna (João 11:25-26)
• Por meio Dele oramos ao Pai (Mórmon 9: 21)
• Ele nos ensina somente a verdade (João 18:37)
Jesus Cristo é nosso irmão mais velho, que nos ama e deseja que voltemos a viver com Ele e o Pai Celestial. Podemos confiar Nele, certos de que nos manda fazer o que é o melhor para nós.
O hino 61 (Careço de Jesus) nos diz que carecemos de Jesus que nosso coração pertence a Ele e nos ensina a viver em retidão. Procurar conhecer Sua mensagem de Luz e Verdade e pôr em pratica Seus ensinamentos diariamente.
Em Mateus 11:28:29 nesta escritura diz “Vinde a Mim” e “ Aprendei de Mim”. Procurando fazer com que Seu Espírito esteja conosco, fazendo as coisas que nos ajudarão a ser dignos de viver novamente a Seu lado - aceitando e vivendo o evangelho.
Podemos conhecer Jesus Cristo:
• Estudando as escrituras;
• Assistindo as reuniões da Igreja;
• Ouvindo e lendo as palavras dos profetas vivos;
• Orando ao Pai Celestial;
• Vivendo os ensinamentos de Jesus.
Em D&C 6:36 nos aconselhou: “ Buscai-me em cada pensamento (...)
Se pusermos em pratica os ensinamentos de Jesus tornar-nos-emos mais semelhantes a Ele. Nosso amor ao próximo aumentará e desejaremos servi-lo. Quando nos esforçarmos por viver os ensinamentos do Salvador, guardamos os convênios e tomamos sobre nós o Seu nome. Começaremos a desenvolver algumas qualidades que Cristo possui como amor, paciência, caridade, compaixão. Se nossos pensamentos e ações forem baseados em Jesus Cristo como nosso alicerce, desenvolveremos seus atributos e ficaremos mais semelhantes a Ele. Em 3 Néfi 14:24-27 Jesus disse: “ Portanto não temais, pequeno rebanho; fazei o bem; deixai que a terra e o inferno se unam contra vós, pois se estiverdes estabelecidos sobre minha rocha, eles não poderão prevalecer. ( D&C 6:34).
O profeta Joseph F. Smith centralizava sua fé em seu Pai Celestial e no Senhor Jesus Cristo e nas simples e eternas verdades do evangelho. Quando Joseph F. Smith era jovem, sua fé foi imensamente fortalecida pela devoção de sua mãe ao dever e à retidão.
Em Mateus nos capítulos 5 a 7 no sermão da montanha Jesus não esta nos dando uma aula de arquitetura ou de construção civil, mas Ele fala da vida das pessoas, Ele usa de parábolas para nos ensinar sobre qual fundamento esta a nossa vida, as chuvas, as enchentes e o vento forte, que caem sobre as casas desta parábola, são os momentos de crise que passamos em nossa vida, e o alicerce determina a vitória sobre estas crises ou a derrota.
Podemos ainda ler no livro de Romanos 8:31-39, onde Paulo diz que nada do que existe no mundo,no universo pode nos afastar do Amor de Deus, que está em Cristo Jesus.
O pres. Joseph F. Smith diz: “Nossa fé em Jesus Cristo é o alicerce de nossa religião, o alicerce de nossa esperança na remissão de pecados, na exaltação após a morte e na ressurreição da morte para a vida eterna”.
O profeta Tomas S. Monson nos diz que: “Se não tivermos um alicerce de fé e um testemunho sólido da verdade, poderá ser difícil enfrentar as tempestades violentas e os ventos glaciais da adversidade que inevitavelmente atingem cada um de nós. A mortalidade é um período de testes, um período para nos mostrarmos dignos de retornar à presença de nosso Pai Celestial. Para sermos testados, precisamos enfrentar desafios e dificuldades. Eles podem nos destruir, e a superfície de nossa alma poderá rachar e desmoronar – isto é, se o nosso alicerce de fé e o nosso testemunho da verdade não estiverem firmemente enraizados em nós.
O profeta Monson ainda diz: a maioria de nós já sentiu uma inspiração tão forte que trouxe lagrimas aos olhos e uma determinação de permanecer sempre fiel.
O presidente Joseph F.Smith nos fala que nossa Fé nas doutrinas que foram restauradas por intermédio do Profeta Joseph Smith confirma e fortalece-nos e estabelece acima de qualquer questão ou dúvida nossa fé e crença na divina missão do Filho de Deus.
Para finalizar gostaria de encerrar com as palavras do Profeta Tomas S.Monson que nos oferece três diretrizes que poderão ajudar-nos nessa busca de alicerçarmos nossa vida em Cristo. Ele diz que a:
1ª Diretriz – Fortaleçam seu alicerce por meio da oração. “A oração é o desejo sincero da alma, seja ela proferida ou silenciosa.”
2ª Diretriz – Que estudemos as escrituras “e” meditemos nelas dia e noite, conforme aconselhado pelo Senhor no livro de Josué 1:8.
3ª Diretriz – Para a edificação de um firme alicerce de fé e testemunho envolve o Serviço.
No livro de Mórmon, lemos a respeito do rei Benjamim. Com a verdadeira humildade de um líder inspirado, ele expressou o desejo de servir a seu povo e de guiá-lo nos caminhos da retidão. Declarou-lhes: “Eis que vos digo, ao afirmar-vos haver empregado meus dias a vosso serviço, que não é meu desejo vangloriar-me, porque só estive a serviço de Deus”.
“E eis que vos digo estas coisas para que aprendais sabedoria; para que saibais, que quando estais a serviço de vosso próximo, estais a serviço de vosso Deus” (Mosias 2:16-17)
Esse é o serviço que conta o serviço para o qual todos foram chamados: o serviço do Senhor Jesus Cristo.
Ao longo do caminho da vida, notaremos que não somos os únicos viajantes. Existem outros que precisam de ajuda. Existem pés a ser firmados, mãos a segurar, mentes a incentivar, corações para inspirar e almas para salvar. Ao estabelecermos um alicerce em nossa vida, lembremo-nos de Sua preciosa promessa:
Se Deus é convosco, a quem temereis?
Ele é vosso Deus, Seu auxilio tereis.
Se o mundo vos tenta, se o mal faz tremer,
Com mão poderosa vos há de suster.
Que cada um se qualifique para merecer essa benção.
É minha humilde oração, em nome de Jesus Cristo, nosso Salvador. Amém.
Presto testemunho de...
E deixo em nome de Jesus Cristo. Amém!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A Flauta Mágica

Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse facilitar seu trabalho nas caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro entregou-lhe uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar.

Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana com destino à África, convidando dois outros amigos. Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, milagrosamente, o tigre começou a dançar. Foi fuzilado à queima roupa.

Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se: de agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram: mataram-no com vários tiros.

E foi assim até o final do dia, quando o grupo encontrou um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou, mas atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava e tocava, o caçador foi devorado. Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria:

- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem um surdinho...

Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo, pois um dia podem não dar. Tenha sempre planos de contingência, prepare alternativas para as situações imprevistas, analise as possibilidades de erro. Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir.

Cuidado com o leão surdo.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A parábola dos olhos mágicos

Lewis B. Smedes


No vilarejo de Faken, no interior da Frísia, vivia há muito tempo um padeiro chamado Fouke, alto e esguio com um queixo longo, fino e empinado, e um nariz longo, afilado e empinado também, Fouke era um homem justo. Ele era tão certinho e de seus lábios parecia jorrar tal “eqüidade”, que o povo de Faken preferia manter distância dele.

Sua esposa, Hilda, era baixinha e parrudinha. Ela era toda redondinha, da cabeça aos pés. Hilda não afugentava as pessoas com a sua “eqüidade”. Era justamente a sua aparência que as atraía e as deixava à vontade na sua companhia, pois ela emanava compreensão e alegria.

Hilda respeitava o seu marido certinho e também o amava — tanto quanto ele lhe permitia. Mas no fundo ela sentia falta de algo mais, algo além de sua atitude imaculada. E esse vazio era a raiz de sua tristeza.

Um dia de manhã, depois de ter trabalhado desde madrugada fazendo pão, ao chegar em casa, Fouke deparou-se com um estranho em seu quarto, recostado no colo fofinho de Hilda.

A aventura dela logo se tornou a conversa nas tabernas e o escândalo entre a congregação de Faken. O povo, conhecendo a reputação de Fouke, presumia que ele expulsaria a esposa de casa. Mas ele surpreendeu a todos, mantendo Hilda como esposa e dizendo que a perdoava como o Bom Livro [a Bíblia] lhe dizia para fazer.

Mas no fundo, no fundo, Fouke não conseguia perdoar-lhe por ter envergonhado o seu nome. Sempre que pensava nela, sentia raiva e amargura. Ele a desprezava como a uma prostituta qualquer. A questão é que ele a odiava por tê-lo traído sendo ele um marido tão bom e fiel.

Ele só fingia ter perdoado a esposa para poder puni-la com a sua “misericórdia”.

Acontece que esse fingimento de Fouke não “colava” lá no Céu, então cada vez que ele sentia aquele ódio por dentro, um anjo ia até ele e jogava dentro de seu coração uma pedrinha menor do que um botão de camisa.

Cada vez que caía uma pedrinha ali, Fouke sentia uma dor parecida com a dor que sentira no momento em que flagrara Hilda saciando sua fome de amor com um estranho.

Sendo assim, ele a odiava cada vez mais. Esse ódio lhe causava dor e a dor criava mais ódio.

O número de pedrinhas foi aumentando e pesando cada vez mais no coração de Fouke. Seu coração ficou tão pesado que seu corpo curvou-se de tal forma que ele tinha que forçar sobremaneira o pescoço para poder olhar adiante. Cansado de tanto sofrimento interior, começou a desejar a morte.

Uma noite o anjo que jogara as pedrinhas em seu coração foi visitá-lo e lhe disse como poderia ser curado dessa dor.

Ele disse que havia um remédio, só um, para o seu sofrimento. Ele precisaria do milagre dos olhos mágicos. Precisaria ter olhos que pudessem olhar e ver como a sua dor começara, e ver Hilda não como a esposa que o traíra, mas como uma mulher frágil que precisava dele. Somente olhando de uma forma diferente, com os olhos mágicos, ele poderia sanar a dor das mágoas passadas.

Fouke protestou: “Nada pode mudar o passado. Hilda é culpada, e isso é um fato que nem um anjo pode alterar”.

“É verdade, você tem razão”, disse o anjo para o pobre coitado. “Você não pode alterar o passado, apenas sarar a dor que ele lhe traz. E só pode sará-la olhando com os olhos mágicos.”

“E como vou conseguir olhos mágicos?” perguntou Fouke de cara feia.

“Peça, desejando de coração, e receberá. E sempre que vir Hilda através dos seus novos olhos, uma pedrinha será retirada do seu coração sofrido.

Fouke não conseguia pedir, pois passara a gostar desse sentimento de ódio. Mas a dor no coração finalmente o forçou a querer pedir os olhos mágicos que o anjo lhe prometera. Então pediu e o anjo lho deu.

Ele logo começou a presenciar a maravilhosa e misteriosa transformação de Hilda. Ele começou a vê-la como uma mulher carente que o amava, em vez de uma mulher iníqua que o traíra.

O anjo cumpriu sua promessa retirando uma a uma todas as pedrinhas do coração de Fouke. Demorou bastante tempo para retirar todas. O seu coração pouco a pouco foi ficando aliviado e ele começou a andar ereto novamente. Por alguma razão também o seu nariz e queixo não eram mais tão empinados como antes. Ele convidou Hilda para participar de sua vida novamente e ela aceitou, e juntos iniciaram uma jornada na sua segunda chance de serem felizes sendo humildes.

Um novo espírito porei dentro deles; tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne. Ezequiel 11:19.