quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O Hino que Salvou Quatro Vidas!!

(Contada por Earl Marlatt)
Era o verão de 1916. Eu me encontrava em Rushville, Indiana, nos EUA, onde o coral real do País de Gales estava fazendo uma apresentação para a Associação Cultural Chautauqua, da cidade. Encerraram com o hino “Fica Comigo”, cantado por um quarteto, com um acompanhamento em tom mais baixo do coral, que participava intermitentemente com o quarteto. Esse final parecia estranho para uma apresentação musical numa noite de quarta-feira que incluíra músicas animadas em vez de música sacra. Fiquei surpreso e interessado na razão para isso. Procurei o diretor e perguntei-lhe por que optara por encerrar com um hino. “Nós sempre encerramos assim”, respondeu. “É praticamente um ritual”. Com a persistência de um jornalista, continuei perguntando até obter informação suficiente para poder redigir o meu artigo. “Estávamos cantando no navio Lusitânia”, disse ele, “quando ele foi bombardeado no Atlântico Norte. Vimos nas ondas o que nos pareceu uma cruz, e ouvimos uma explosão abafada. Poucos minutos depois o barco começou a inclinar. Percebemos o que estava acontecendo e decidimos agir imediatamente. Pelo fato de termos sido criado no litoral do País de Gales, éramos exímios nadadores. Então vestimos os cintos salva-vidas e tencionávamos pular do convés antes do navio afundar. Verificamos o nosso rumo detalhadamente. Nadaríamos por baixo d’água até onde conseguíssemos e nos encontraríamos longe do ponto de sucção, do redemoinho, que sabíamos o navio formaria ao afundar. “Encontramo-nos bem na hora. Quando subimos à tona, há alguns metros uns dos outros e olhamos para trás, vimos o Lusitânia ficar firme por um segundo e depois se curvar de uma forma terrível e barulhenta afundando no mar. Nadamos rapidamente sem parar. Surgiu diante de nós um bote avariado. Não prestava para nada, a não ser como ponto de apoio quando estávamos cansados de boiar ou de nos agitarmos para nos mantermos na superfície. Todos os barcos de resgate passaram de largo. O sol se pôs no local onde antes estivera o Lusitânia. A escuridão e o frio intenso chegaram subitamente. “Nossos dedos e logo depois nossos corpos começaram e ficar entorpecidos. Ficava cada vez mais difícil agarrarmo-nos ao bote estragado. No escuro e no silêncio do mar, perdemos toda a esperança de sermos resgatados e, desanimados, admitimos esse fato. Sendo cristãos, queríamos um sacramento naquela situação. Nenhum de nós sentia-se bem o suficiente para orar, mas sempre cantáramos — às vezes músicas sacras. Concordamos em cantar uma estrofe de um hino e depois deixarmo-nos afundar, juntos, no mar. Escolhemos ‘Fica Comigo’. “ Fica comigo, à noite e a escuridão são chegados; As trevas dominam; Senhor, fica ao meu lado. Sem ajuda e um consolo amigo, Ajuda dos indefesos; ó Cristo, fica comigo! “Quando terminamos esse verso ouvimos o som de um apito de navio. Nossas vozes foram carregadas pelo mar afora e chegaram a um pequeno navio de guerra que estava passando pelo local onde o Lusitânia naufragara. Ficamos animados e cantamos as outras estrofes. Guiados pela música do hino, a tripulação virou o navio na nossa direção, nos apanhou e levou em segurança à costa. “ Depois disso sentimos que o mínimo que podemos fazer é usar esse hino como uma ação de graças nos nossos concertos ““.

Estar amando

Estar amando é encontrar o sentido da vida.
É descobrir nos olhos um olhar verdadeiro que nos fita
É escutar de alguém a própria voz profundamente repetida
É surpreender nas mãos o calor da perfeita companhia
É suspeitar que pra sempre a solidão de nossa sombra,
esta vencida!
Mas se isso não acontece como queremos.... nos tornamos tristes
há um aperto dentro do coração... e a dor se torna a companheira
e para sempre a esperança de um dia o amor chegar para ficar...

Quando!!

Quando...
Eu sorria...
Meu sorriso era você
Quando eu cantava ...
Minha canção ... era você
Quando eu sonhava ....
Meu sonho ... era você...
Agora:
Não sei sorrir...
Não lembro como cantar
Não consigo chorar...
E meu pranto como tudo...
É você!..
Nada sou, nada tenho,
mas na profundeza do meu nada
Te desejo tudo!